Carnaval em Natal: Relato de Viagem

Numa decisão de última hora, enquanto morava em João Pessoa, resolvemos passar o Carnaval de 2009 em Natal. Partimos sem hotel reservado e sem programação definida e apesar dar horas de trânsito, foi uma viagem muito legal.

+ Leia também: As melhores formas de economizar durante a viagem (para poder viajar mais!)

Dia 1 – Praia de Ponta Negra e Morro do Careca

Quase tudo como planejado para o nosso carnaval em Natal. Muitos carros na estrada e quase 3h de viagem. Não saímos muito cedo de João Pessoa, mas deu pra chegar em Natal antes do almoço. Logo chegando, encontramos a Pousada Brasília. Na descrição, havia as palavras mágicas “Wi-Fi”. Bastava então que tivesse uma cama. E vagas. Conseguimos fechar por R$90,00 a diária de um quarto quádruplo (preço de 2009). A localização não é excelente, mas estamos há 5 minutos da Av. Roberto Freire, uma das principais em Natal.

Deixamos as tralhas no quarto e saímos à caça do almoço. Rodamos a orla de Ponta Negra, mas estava impossível parar o carro. Acabamos então escolhendo o restaurante Cabana do Caranguejo, simplesmente por ter um aviso “Estacionamento para Clientes”. Ok, a cara aparentava que pagaríamos bem mais caro por esse estacionamento, mas cegos pela fome, não havia outra opção. Sendo 3 adultos e 1 criança, pedimos um prato para duas pessoas mais um prato individual. Comemos muito bem, mas isso não diminuiu o susto na hora da conta. Foram R$77,00 logo na primeira refeiçao. Algo me diz que é necessário reduzir esse consumo, pra não ir à falência logo no segundo dia. (Atualização: Em 2009 isso era dinheiro pra caramba pra uma refeição!)

Voltamos para a pousada, vestimo-nos apropriadamente para praia e saímos novamente.

O destino? A popular Praia de Ponta Negra.

A primeira parada? Banana Boat.

Mesmo ganhando um olho roxo (=/), o passeio saiu melhor que a encomenda. Vimos 3 casais de golfinhos nos rodeando. O cara da lancha a desligou e os vimos bem de perto. Pra quem “nem gosta”, assim como eu, foi o suficiente pra esquecer a dor. A saída foi um bocado ruim, pois havia mais alga do que água na praia. Saí com o cabelo completamente cheio delas. Aliás, impregnado. Elas só saíram, quando o cabelo secou. O passeio saiu a R$10,00 por pessoa. Depois, fomos até o Morro do Careca, puxamos umas cadeirinhas e ficamos por lá, curtindo sol e praia, até o primeiro começar a ir embora. Hora de voltar pra pousada.

A idéia agora era ir jantar numa pizzaria a rodízio (vimos uma que aparentou ser boa, na praia), mas o cansaço era maior. Ficamos com o Habib’s, aqui pertinho da pousada.

ponte-Newton Navarro-natal
Ponte Newton Navarro, Natal/RN

Ainda fomos dar uma volta na Via Costeira, para chegar até a ponte Newton Navarro e satisfazer meu desejo de bater uma foto de lá. Pena que nenhuma ficou muito legal. Mas, deu pra matar a vontade pelo menos. Após as fotos na ponte, chuva. MUITA chuva. Parecia que o céu estava desabando. Torci para que chovesse bastante durante a noite, para no dia seguinte, Natal mostrar novamente que merece o título de “Cidade do Sol”.

Dia 2: Forte dos Reis Magos, Aquário de Natal e Genipabu

Após ter passado a noite inteira chovendo, só poderia amanhecer um solzão. A intenção era explorar Genipabu e região. De preferência, fazendo algum passeio de buggy.

Saímos da pousada umas 9h. Uma paradinha no relógio de sol, depois Forte dos Reis Magos. A entrada custa R$3,00 e ainda aceita carteira de estudante. É bem interessante e tem uma vista bonita, mas construções, não são meu ponto preferido.

Lá dentro do forte, ouvimos alguns turistas comentando sobre o Aquário de Natal. Resolvemos procurar por ele. É um pouquinho distante. Na realidade fica próximo à Praia de Redinha (25Km da pousada).

A entrada custa R$10,00 e não aceita carteira de estudante. Achei um pouco caro, tendo em vista que o Aquário de Santos é bem maior e custa apenas R$5,00. Mas o mundo submarino realmente me fascina, então precisava entrar. 

Não me arrependi. Lá dentro, uma “Guia” explica sobre cada espécie, hábitos alimentares, curiosidades, etc. Os pontos fortes pra mim foram os cavalos marinhos e o aquário onde é permitido tocar os tubarões.

Nisso, já quase hora do almoço, tocamos para Genipabu. Tentamos seguir direto, após redinha, mas chegamos num ponto onde só era possível prosseguir de buggy. Meia volta, pegamos outro caminho. Algum tempo depois, chegamos em Genipabu. O local estava movimentadíssimo, devido ao Carnaval. Muitas pessoas na rua, maisena, homens comicamente vestindo mini-saias… Enfim, almoçamos num restaurante simples, porém bom. No final, a conta deu R$45,00. E aí chegou a chuva. E novamente “da boa”. Ficar ali era perder o dia, então seguimos rumo a Jacumã. A chuva nos seguiu. No caminho, encontramos um guia-turístico-mirim, que nos mostrou alguns locais interessantes pra ir. Tudo bem que não conseguíamos entender metade das palavras que ele dizia, mas ele nos mostrou bons lugares.

Cachoeirinha é um cantinho que, como o próprio nome diz, possui um riozinho com uma queda d’água. Dentro do rio, as barraquinhas locais colocam mesas e você fica ali, bebendo e se refrescando. Talvez fosse uma boa pedida, se ao invés da chuva, tivéssemos sol. Ficamos poucos minutos.

Fomos, então, para a Lagoa de Pitangui. Lá, há bastante opções de divertimento. Caiaque, pedalinho, aero-bunda, jet-sky infantil e um pula pula dentro d’água foram os que consegui captar. É um local gostoso para passar um dia de sol, bom para as crianças se divertirem bastante. Passamos um bom tempo lá e fomos para a Lagoa de Jacumã.

Lá o famoso esqui-bunda, mas estava fechado por conta da areia molhada. Funcionava o esqui na lona, que fornece uma incrível velocidade na descida. Achei interessantíssima a existência de um “carrinho” para subir as dunas sem esforço. Na verdade, são umas cadeirinhas impulsionadas por um motorzinho através de uma corrente, mas lembrei do sufoco que foi subir as dunas em Cumbuco/CE e achei aquilo uma das maiores invenções da humanidade. Já no fim de tarde e ainda chuviscando de leve, ficamos pouco tempo.

Hora de deixar o guia próximo ao ponto onde o pegamos e enfrentar o trânsito de volta. Nos perdemos um pouco dentro de Natal, mas conseguimos chegar sãos e salvos num bom ponto para lanchar. É uma lanchonete chamada “Jumbo Juice” (eu acho), que tem no cardápio sanduíches maravilhosos. Como “plus”, ainda conseguimos captar a Wi-Fi do Praia Shopping, que fica bem ao lado. Fomos embora ainda com chuva, torcendo para que chova a noite inteira e amanheça novamente aquele lindo sol.

Dia 3: Ma-Noa Park

Não teve jeito. Choveu a noite inteira, mas amanheceu chovendo ainda mais. Ainda assim, nada de desânimo. Vamos ao Ma-Noa Park. É um parque aquático que fica na Praia de Maracajaú, em Maxaranguape.

ma noa park
Ma noa park em dia de chuva – Maxaranguape/RN

Nos perdemos mais uma vez em Natal, pegamos mais chuva na estrada e transformamos um percurso de 54Km em aproximadamente 70Km. A entrada de acesso ao parque é péssima e com a chuva que tinha caído, não deixava nem um pouco distante a sensação de “atolar o carro a qualquer momento”.

Mas enfim chegamos. É um lugar agradabilíssimo e com um atendimento incomum. Logo na entrada fomos avisados que pagando em dinheiro, teríamos a possibilidade de extorno caso resolvêssemos não ficar por conta do mau-tempo. A moça também nos explicou com toda a paciência e educação do mundo como funcionava o consumo dentro do parque. Ao fim, pagamos a entrada (valor atualizado em 2015: R$54,00 por pessoa) e a mulher desejou-nos um ótimo dia.

Lá dentro, a impressão só melhorou. Não sei se a animação era uma tentativa de espantar o frio, se era pelo carnaval ou se realmente é assim. Mas havia uma banda tocando e animadores por todo lado, dançando e puxando as pessoas a fazerem o mesmo. Em alguns momentos, a chuva dava uma trégua, mas na maior parte do tempo, choveu bastante.

Jogo de aqua-vôlei no Ma-noa Park - Maxaranguape/RN
Jogo de aqua-vôlei no Ma-noa Park – Maxaranguape/RN

O parque é bastante legal, tem diversão pra todas as idades. Achei muito interessante a rede de vôlei, dentro de uma das piscinas. Como sou friorenta ao extremo, acabei ficando fora d’água, o dia inteirinho. O restaurante do parque também é excelente. Apesar de grande parte do cardápio ser composto de pratos caríssimos (ah, claro… a lagosta estava em promoção de R$98,00 por R$75,00), o Self-Service tornava o almoço um pouco mais acessível (R$29,90/Kg). Como não gosto nem um pouco do bichinho, fui de risoto de camarão e camarão empanado.

O horário de fechamento do parque é 16h e enquanto essa hora se aproximava, pagamos a conta que no fim deu uns R$80,00 (4 almoços + bebidas + sobremesas). Fiquei com um gostinho amargo de não ter aproveitado aquele lugar, que merecia.

Pegamos a estrada e chegando em Natal fomos no nosso point para jantar. Praia Shopping. Dessa vez, fiquei com um restaurante de massas (Salosino). Um delicioso e inacabável prato de massa com refrigerante ficou por R$12,10.

Depois disso, o corpo só pedia cama. E mais uma vez, as orações da noite são por um delicioso dia de sol como despedida de carnaval!

Dia 4: Pirangi do Norte, Parrachos, Praia de Búzios e Cajueiro de Pirangi

Enfim, o sol brilha de novo. O céu azul torna o cenário perfeito para irmos conhecer os Parrachos de Pirangi (piscinas naturais formadas por corais e arrecifes). Saímos de Natal, pegando a Rota do Sol, passamos por Pium e Cotovelo, e no total de uns 15Km chegamos na praia de Pirangi do Norte. Logo na praia, encontramos passeios para os Parrachos por 60,00 por pessoa. Chorando o cara fazia por 50,00, fechando um grupo de 10 pessoas. Continuamos um pouco mais e encontramos a “Marina Badauê”. Lá, o passeio com duração de 2h ficou por R$35,00 por pessoa, com a máscara e snorkel incluso. Claro, a embarcação era bem maior (capacidade para 110 pessoas).

Como o horário já era da maré enchendo, o passeio foi direto às piscinas naturais. Chegando lá, alugamos um chinelinho mais apropriado do que minha sandália (foi forte a recomendação de não descer descalço), por R$2,00, no próprio barco. Pra quem quiser economizar esse dinheiro ou não for pela Marina Badauê, uma sandália que fique presa ao pé e não escorregue é o suficiente.

Devidamente equipados descemos ao mar. O guia, com uma sardinha na mão (ou qualquer coisa similar), chamou um monte de peixes ao redor. Depois dessa parte inicial, saímos para explorar ao redor. Infelizmente, poucas pessoas ouviram a orientação do guia para evitar andar e a água ficou turva rapidamente, devido à areia levantada.

Snorkel nos parrachos de Pirangi/RN
Snorkel nos parrachos de Pirangi/RN

Tentei me afastar um pouco das pessoas, para ter maior visibilidade. Minha filha de 6 anos me surpreendeu na performance. Apesar de não se adaptar muito bem ao snorkel, usou o fôlego e rodamos bastante. Consegui observar umas áreas bem legais, pequenas grutas que serviam de esconderijo para pequenos peixes, algumas espécies bem bonitas. Uma hora se foi rapidamente.

Voltamos ao barco e continuamos o passeio. Passamos pelas praias de Cotovelo, Pirangi do Norte, Pirangi do Sul e Búzios. Vimos as falésias da Barreira do Inferno (antigo centro de lançamento de foguetes) e a Barra (?) do Flamengo (terceiro ponto mais perto da África, em linha reta). Foi um passeio que valeu cada um dos centavos pagos. Pelas paisagens e, principalmente, pela proximidade com o mar. Só senti  falta de uma bolsa estanque, para algumas fotos subaquáticas.

Após o maravilhoso passeio de barco, a fome começava a bater forte. Mas resolvemos ir procurar outro lugar para almoçar, para podermos conhecer outra praia. Fomos em direção à praia de Búzios, um pouquinho mais para o sul. Engarrafamento terrível. Desviamos para a esquerda, e paramos quase na areia. Estacionamos o carro na garagem de uma casa que estava fehcada, mas com o portão aberto. Os vizinhos olharam com cara feia, mas olhamos para o outro lado e só torcemos para o dono da casa não trancar o portão. Andamos um pouco e conseguimos encontrar a AFURN, onde havia carnaval, aberto ao público e havia refeições. Optamos por ficar por lá mesmo, já que não avistamos mais nada por perto. Minha filha aproveitou a piscina, enquanto esperávamos o almoço. Após pagar a conta (aproximadamente R$40,00 p/ 4 pessoas), fomos embora, apesar do carnaval estar animado. Ou talvez, por isso mesmo. A praia de Búzios se mostrou um tanto perigosa. A maré tinha subido, muitas pedras e ondas fortes.

Praia de Búzios, no Rio Grande do Norte
Praia de Búzios, no Rio Grande do Norte

Agora com o trânsito mais tranquilo, voltamos para Pirangi. Agora, fomos visitar o famoso Cajueiro de Pirangi, o maior do mundo, reconhecido como tal no Guiness Book, em 1994. Nessa época, foram feitas escavações que comprovaram que realmente todos os galhos pertencem à mesma árvore.

Maior cajueiro do mundo - Pirangi do Norte/RN
Maior cajueiro do mundo – Pirangi do Norte/RN

O cajueiro foi possivelmente plantado em 1888 e tem tal tamanho por mutações genéticas naturais. No local, há um outro cajueiro um pouco mais velho, que serve para comparação do tamanho. Para visitar o cajueiro, paga-se uma taxa de R$2,00 por pessoa. Na época de caju, é permitido colher gratuitamente. Além disso, há um mirante, de onde é possível ver cerca 80% da copa, que abrange uma área de mais de 8mil m².

Depois do cajueiro, voltamos para a pousada, tomamos um banho e novo fôlego e fomos até um mirante, que saindo de Ponta Negra, fica logo após a Via Costeira. De lá, dá pra ver as praias do Meio, dos Artistas e Areia Preta (não necessariamente nesta ordem) e o Forte dos Reis Magos. Em seguida, fomos no mercado de artesanato, que fica ali próximo ao Praia Shopping. Apesar de parecer pequeno por fora, há bastante lojas e é bem organizado.
Aproveitamos para comprar bastante castanha de caju. Mas essas, acho que não são do Cajueiro de Pirangi.

Dia 5: Mirante dos Golfinhos, Barra de Tabatinga e Praia da Pipa

Último dia e já começa a bater aquela saudade… Arrumamos as malas, demos baixa na pousada e pegamos a estrada. Quase 50Km depois, chegamos no Mirante dos Golfinhos (no caminho pra Barra de Tabatinga, em Nísia Floresta). Há um barzinho bem arrumadinho e um mirante com banquinhos, mesinhas e etc.. Do mirante, temos uma vista pra lá de agradável da praia de Búzios. Tiramos a sorte grande: os golfinhos não demoraram muito a dar as caras. E olha que nem estávamos no horário em que dizem que eles costumam aparecer mais (no fim da tarde). Passamos um bom tempo observando e seguimos nosso caminho.

O próximo destino seria a famosa e formosa Praia da Pipa, que fica no município de Tibau do Sul. De acordo com o Guia 4 Rodas, havia algum caminhozinho que ligaria Barra de Tabatinga à Pipa, em poucos quilômetros, mas fomos preparados para ter que voltar Tratamos de nos informar e segundo nos disseram, ainda no Mirante, ele até existe, mas é praticamente impossível não atolar um carro comum, sem a ajuda de um guia. Havia um lá no próprio Mirante, que nos cobrou R$25,00 mais a travessia da balsa, que gira em torno de uns R$10,00. Como não estávamos com pressa, achamos mais em conta rodarmos os 70Km extras e ir pela BR.

A essa hora, a fome já começava a dar as caras. Pensamos em antes almoçar na praia de Tibau do Sul, mas ao passarmos pela praia não conseguimos enxergar (rapidamente como olhamos) algum lugar legal. Seguimos mesmo para a Praia da Pipa. Lá, almoçamos no Restaurante Dona Maria. A comida é boa, mas achei o Self-Service um pouco caro para as poucas opções que tinham (R$19,90/Kg).

Ansiosa pelos golfinhos - Passeio de barco no RN
Ansiosa pelos golfinhos – Passeio de barco no RN

Descemos então para a praia. Logo fomos abordados por um vendedor de passeios de barco. A promessa era ver os golfinhos, conhecer 4 praias e descer para banho em uma delas. E lá se foram mais R$25,00 por pessoa. Ficamos na praia um pouco, aguardando formar um grupo e uns 15 minutos depois estávamos nós tentado subir no barco. Não era algo extremamente fácil, pois a maré estava bem agitada. Superada essa parte, o passeio foi ótimo. Os golfinhos demoraram, mas apareceram. Até se deixaram ser fotografados. O sol estava forte e o frio nao passou perto nem ao subir na lancha após uma deliciosa descida para banho.

Procuramos um restaurante com ducha para tirar o sal do corpo e me surpreendeu o fato de quase todos possuírem. Ainda passamos por Sibauma, Barra do Cunhaú e Baía Formosa no caminho de volta.

Mapa de praias do litoral sul do RN
Mapa de praias do litoral sul do RN

O mapinha acima mostra as principais praias do litoral sul do Rio Grande do Norte, e nós conhecemos 10 delas! Considerando o trânsito de carnaval, acho que foi muito bem aproveitado. Maaaaas… Fiquei com imenso gostinho de quero mais e com a sensação de que pro Rio Grande do Norte, um carnaval é pouco! É uma pena, mas realmente todo carnaval tem seu fim.

Obs.: Todos os preços desse post são de 2009.

Renata Marques

Nascida em Minas Gerais, filha de mãe mineira e pai paulista, passou parte da infância no Rio de Janeiro, morou em João Pessoa, fez intercâmbio em Londres e atualmente estuda uma possibilidade de se mudar de São Luís, onde já viveu por quase metade da vida. Mãe desde muito nova, filha desnaturada, esposa esforçada. Apaixonada por viagens e paisagens naturais. Servidora pública, fotógrafa e blogueira e em 2017 fez uma volta ao mundo de 1 ano com a família.

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