Onde ficar em Curitiba: Motter Home, o melhor hostel da cidade

Está a procura de um lugar onde ficar em Curitiba? Estive na cidade há alguns dias e resolvi contar um pouquinho da minha experiência de 5 dias num dos melhores hostels da cidade!

Onde ficar em Curitiba: qual a melhor região?

Se você está indo a Curitiba a passeio, o ideal é ficar perto dos pontos turísticos. Para isso, uma opção seria ficar hospedado no centro da cidade. Eu não curti tanto a ideia de ficar por ali, porque acho o centro um pouco inseguro.

Mesmo Curitiba não sendo uma cidade perigosa como outras capitais, não me senti muito a vontade, especialmente a noite. Perto do largo da ordem, por exemplo, a noite a região fica cheia de drogados, o que me faz preferir evitar me hospedar por ali.

Por outro lado, o bairro Mercês é um lugar agradabilíssimo, residencial, e está há um pulinho do centro (veja no mapa). Pra ser exata, cerca de 7 reais de Uber (ou R$4,25 de transporte público). Por isso, acho uma ótima opção para quem estar perto, mas numa região mais amigável.

Como eu estava numa viagem que precisava ser bem econômica e eu estava sozinha e queria interagir, optei por um hostel, o Motter Home. Certamente foi uma das melhores escolhas da minha viagem!

Onde ficar em curitiba - motter home hostel

| Está na dúvida para montar seu roteiro em Curitiba?

Onde ficar em Curitiba: A escolha do Motter Home

Quando iniciei minha busca por onde ficar em Curitiba, amigos me indicaram o Motter Home como o melhor hostel de Curitiba! Bom, eu não fiquei em todos os outros (e tenho certeza que eles também não), mas o hostel tem avaliação 9.4 no Booking – o que certamente teve uma grande influência na minha escolha. 🙂

Além disso, embora não seja localizado exatamente no centro, o hostel está há um excelente raio de distância dos principais pontos turísticos de Curtiba. Os valores são muito bons também: a partir de R$40,00 com café da manhã incluído.

Estutura do Motter Home, uma excelente escolha para ficar em Curitiba

Quartos

O hostel tem dois andares e quartos mistos ou femininos, com 4 ou 8 camas. Uma coisa bem legal é que o quarto de 8 camas na verdade são dois quartos de 4 camas juntos, então mantém um pouco mais a privacidade. Normalmente eu prefiro quartos menores, mas lá fica muuuito tranquilo ficar no quarto para 8 pessoas.

Onde ficar em curitiba - motter home hostel

Banheiros

Há dois banheiros femininos, dois masculinos e um misto (mas o uso não é simultâneo, então é tranquilo). O chuveiro do banheiro misto e do feminino do piso de baixo são maravilhosos. O jato é bem forte e se seguir as instruções para regular a temperatura, esta fica perfeita! O banheiro feminino do piso superior eu não usei para banho, pois achei um pouquinho chato não ter muito bem onde colocar as coisas durante o banho.

Onde ficar em curitiba - motter home hostel

Cozinha

Só usei a cozinha na hora do café da manhã, mas achei bem equipada para quem quiser cozinhar. Tem fogão, geladeira onde os hóspedes podem guardar suas coisas, além de infinidade de utensílios e panelas. Uma enorme mesa promove a interação.

Outras áreas

Nos fundos do hostel há um jardim, uns puffs e uma mesa de ping pong. Além disso, estão disponíveis também um computador à disposição, mesa de sinuca, alguns jogos e livros.

Motter Home Hostel é bom?

Gostei muito da escolha do Motter Home! O hostel cumpre muito bem o que promete, tem ótima estrutura e boa localização. A gente se sente em casa! Com certeza ficaria novamente ao voltar a Curitiba.

Pontos que poderiam melhorar no hostel

Embora hoje o hostel seja nota 9.2 no booking, alguns pontos poderiam melhorar. Um deles é o locker do quarto que, apesar de ser grande, é bem estreito e não cabe uma malinha de mão, daquelas rígidas. Mas isso é facilmente superável, com um cadeado na mala e uma corrente tipo de bicicleta se preferir que ela fique presa . 😀

O que realmente me incomodou mais foi a falta de apoio na cama superior do beliche. Embora exista um “aparador”, ele é bem frágil e não pode ser usado como apoio na hora de descer. No quarto com bastante espaço entre as camas, isso foi um problema pois mesmo com todas as técnicas que tentei, me sentia bastante insegura.

DICA: Pra evitar esse problema, na hora da reserva peça pra ser alocado numa cama embaixo.

Onde ficar em curitiba - motter home hostel

Coisas que mais gostei no Motter Home

  • Localização perfeita. Média de 8 reais de uber para praticamente qualquer ponto turístico! O local mais longe (Opera de Arame) fica 15 reais. Além disso, o bairro é muito agradável e a rua é super arborizada. Restaurantes e lanchonetes de todas as especialidades nas redondezas.
  • Atendimento suuuuper atencioso. Os funcionários tem mil e uma dicas para oferecer, de passeios a fazer, onde comer, além de constantemente perguntarem se estamos precisando de algo.
  • Tomada e luz individual na cama. Indispensável hoje em dia, né?
  • Café da manhã e seus bolos. O café é simples mas funcional. Tinha café, uma fruta, pão de forma, queijo, presunto e bolos. O bolo de chocolate estava maravilhoso! Até pedimos para repetirem num outro dia e fomos atendidos. Restrições alimentares também são atendidas na medida do possível.
  • Decoração é linda, cheia de pinturas para todo lado. Realmente um lugar muito alto astral!

| Quer reservar o Motter Home Hostel? Clique aqui e faça sua reserva no Booking .com 🙂

Conta pra gente: você já esteve por lá? O que achou do atendimento?

Valores cotados em 20/09/2019
Valor para Transferir
1000€
Diferença
TransferWise
R$ 4.723,64
R$ 37,48
RemessaOnline
R$ 4.686,16
R$ 0,00
WesterUnion
R$ 4.768,81
R$ 82,65
Banco Tradicional
R$ 5.157,24
R$ 471,08
Comprar Moeda Casa de Câmbio
R$ 4.800,00
R$ 113,84

Renata Marques

Nascida em Minas Gerais, filha de mãe mineira e pai paulista, passou parte da infância no Rio de Janeiro, morou em João Pessoa, fez intercâmbio em Londres e atualmente estuda uma possibilidade de se mudar de São Luís, onde já viveu por quase metade da vida. Mãe desde muito nova, filha desnaturada, esposa esforçada. Apaixonada por viagens e paisagens naturais. Servidora pública, fotógrafa e blogueira e em 2017 fez uma volta ao mundo de 1 ano com a família.

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