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Farol do Cabo Branco – João Pessoa/PB

Em primeiro lugar, o que é um farol? Normalmente, é uma construção que tem a função de orientar os navios.
Mas o farol do cabo branco é diferente.
Quando foi inaugurado, em 21 de abril de 1972, a intenção era marcar o ponto mais oriental das américas, com as coordenadas 07° 09′ N 34° 47′ W. Sua arquitetura, é muito diferente dos faróis tradicionais e foi inspirada em um sisal, planta que foi muito importante na economia paraibana na fabricação de cordas.
Ele é cartão postal e parada obrigatória de quase todos os passeios turísticos aqui em João Pessoa, mas muita gente nem sabe idéia do que ele representa ou de porque ele está ali.
Bom, então quer dizer que esse cartão postal marca o extremo oriente das américas? Bom, na verdade não. “Mas Renata, decida-se! Não foi isso que você acabou de dizer?” Quase isso. 🙂
O que ocorre é que passado algum tempo (e exatamente quando, eu não sei), com instrumentos de medição foram ficando mais modernos e o farol perdeu o posto para a Ponta do Seixas, uma prainha pra lá de esquecida, mas que podemos avistar do mirante do farol. Algumas pessoas dizem que o que ocorreu foi uma erosão da barreira do cabo branco, por isso a perda do posto. Aliás, eu mesma já tinha dito isso aqui no blog. Mas achei mais convincente a justificativa de uma medição mais precisa, até porque isso já ocorreu com o Oiapoque (que perdeu o posto de limite ao norte do país).
 

Não sei se tem algo a ver com essa mudança de marco, mas uma plaquinha bem legal que havia lá no farol quando fui pela primeira vez em 2006, foi retirada. Ou destruída, já que ainda vi uns pedaços por lá ano passado.

Bom, extremo oriente ou não, é ponto de parada obrigatório.
No mosaico abaixo, algumas fotinhos das minhas visitinhas por lá.

FAROL CABO BRANCO 

Renata Marques

Nascida em Minas Gerais, filha de mãe mineira e pai paulista, passou parte da infância no Rio de Janeiro, morou em João Pessoa, fez intercâmbio em Londres e atualmente estuda uma possibilidade de se mudar de São Luís, onde já viveu por quase metade da vida. Mãe desde muito nova, filha desnaturada, esposa esforçada. Apaixonada por viagens e paisagens naturais. Servidora pública, fotógrafa e blogueira e em 2017 fez uma volta ao mundo de 1 ano com a família.

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