Dá pra viajar sem a moeda local?

Na nossa viagem para Cancún, fizemos uma conexão de uma noite na cidade de Bogotá, na Colômbia. Como ficaríamos na cidade apenas por uma noite, resolvemos fazer a experiência de não trocar reais por dinheirinho colombiano e ficamos somente com dólares e cartões de crédito. Veja como fizemos para nos virar!

Dá pra viajar sem a moeda local?

A chegada até o hotel em Bogotá

Chegamos em Bogotá às 19h, horário local. Ao chegar, inicialmente pensamos em pagar um táxi credenciado no aeroporto  (que permite pagamento adiantado em cartão de crédito), mas o guichê estava deserto. Eu já tinha planejado pedir pela EasyTaxi caso não conseguisse pagar antecipado, mas acabamos ficando com o Uber. O marido já era cadastrado e então pedimos o carro, aguardamos no local indicado pelo motorista e pronto. A tarifa é calculada pelo próprio aplicativo e descontada diretamente do cartão de crédito. O pagamento é feito pelo motorista, na sua frente. Não é preciso ter internet na hora de pagar.

Chegamos então ao nosso hotel, que reservamos pelo Booking, mas para pagar na hora. Fiz questão de reservar um que aceitasse pagamento em cartão. Pagamos a diária e compramos águas usando dólares no hotel (1 dólar cada garrafa de 500ml).

A propósito, o hotel que escolhi para passar essa noite forçada pela conexão da Tam para Cancún foi o Hotel Parque da Normandia. O hotel é simples, mas a cama é bem confortável. Apesar do café da manhã ser simples (fora do Brasil normalmente é), foi um dos melhores hotéis próximos a aeroporto que já fiquei. Em Abril/2016, pagamos R$132,00 por um quarto triplo.

Caso este hotel não esteja mais disponível, você pode buscar outro hotel no Booking*, usando o formulário abaixo!

Booking.com

Explorando a cidade

No outro dia pela manhã, depois do café (incluso na diária), saímos para dar uma voltinha nas redondezas, pois tínhamos que retornar ao aeroporto às 10h. Eu queria aproveitar para levar um café da Colômbia para casa, então fomos em busca de um supermercado. Além de procurar pelo café, na falta de poder conhecer a cidade, supermercados costumam ser interessantes. A moça do café da manhã nos indicou a direção e fomos andando pelo bairro. Depois de bastante andar, descobrimos que “supermercados”, na Colômbia, são aquelas quitandinhas, de bairro, que vendem alguns produtos básicos mais frutas e verduras. Ou seja, nada de cartão de crédito! Até encontramos um supermercado de verdade  (mercearia) mas ficava do outro lado de uma avenida enorme, que precisava de uma passarela para atravessar (que estava bem longe de nós).  Continuamos a busca e acabamos indo parar numa farmácia.

Meu marido acabou descobrindo uma “Cerveza Poker” e como grande fã do jogo esporte, queria comprar. O problema é só vendem cerveja em Bogotá a partir das 10 da manhã!!! Dei uma voltinha na farmácia e próximo aos leites dos bebês achei… meu Café Colombiano! Pagamos novamente no crédito e  saí satisfeita  (o marido ficou triste por não conseguir a cerveja).

Volta para o aeroporto

Fechamos a conta no hotel, me cadastrei no Uber e ganhei 20 mil COP (pouco mais de 20 reais). Novamente, tudo pelo cartão de crédito. Chegamos de volta ao aeroporto e lá, nem se fala, né? Tudo aceita cartão de crédito!

Missão cumprida!

E aí? Dá pra viajar sem a moeda local?

Graças à tecnologia, os diversos sites e aplicativos nos permitem hoje passar um bom tempo sem ter que usar dinheiro vivo, ou seja, não precisamos fazer câmbio. Claro que só fizemos isso por dois motivos: primeiro porque só passaríamos algumas horas na cidade e segundo para escrever a experiência para vocês, leitores. 🙂

O único inconveniente de não ter a moeda local em mãos foi não poder comprar coisas (como a cerveja e umas frutinhas) num mercadinho menor. No mais, tudo correu super tranquilo!

E você, já arriscou uma experiência dessas?

* Ao reservar o hotel utilizando nossa ferramenta de busca, o Booking paga uma pequena comissão que nos ajuda a disponibilizar o melhor conteúdo para você. Mas não se preocupe, você não paga nenhum centavinho a mais!

Dá pra viajar sem a moeda local?

Renata Marques

Nascida em Minas Gerais, filha de mãe mineira e pai paulista, passou parte da infância no Rio de Janeiro, morou em João Pessoa, fez intercâmbio em Londres e atualmente estuda uma possibilidade de se mudar de São Luís, onde já viveu por quase metade da vida. Mãe desde muito nova, filha desnaturada, esposa esforçada. Apaixonada por viagens e paisagens naturais. Servidora pública, fotógrafa e blogueira e em 2017 fez uma volta ao mundo de 1 ano com a família.

Um comentário em “Dá pra viajar sem a moeda local?

  • novembro 17, 2017 em 12:26 pm
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    Ótimo relato, já faço isso a bastante tempo.
    #TUDONOCARTAO

    Resposta

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